Quem não se ama, não ama!
apenas vaga a deriva,
tem orgasmos da caridade
sempre a merce do oportunismo alheio.
Quem não se ama, é presa!
que vicia-se no raptor
refém da insensibilidade
invadida sempre pela vagueante escória do acaso.
Quem não se ama, vitimiza-se.
é um boicote de si mesmo
ferida invariavelmente.
prende em si, o abusador
quem não se ama se fecha
é como poço entulhado.
Tem água, tem vida
mas, não há quem possa ter acesso a ela.
domingo, 13 de janeiro de 2013
Fluxo
A correnteza deste rio arrasta tudo.
todos para o mar do coisa nenhuma.
Vacuidade, improdução, formulas, repetição,
potencial desperdiçado, as mesmas sinapses
somos julgados e valorados pelo que se pode ter.
Então, homens se matam, medindo-se pelo outro.
media ponderada, premio do transitório,
rotulo, carimbo e valor falseado.
tudo em nome do que se pode comprar
e finalmente, mãos vazias.
Enfim, vejo um rio que deságua nas corredeiras do nada,
vejo vidas desperdiçadas.
o prazer pelo prazer
em conluio com a perversidade
em nome deste falso poderio
Então me vou na contra mão,
no contra fluxo para na ponta da adaga
e quem sabe me encontro em algum lugar dentro de mim.
pois esta estupida arena não se justifica
neste barco de pobres perdidos
todos para o mar do coisa nenhuma.
Vacuidade, improdução, formulas, repetição,
potencial desperdiçado, as mesmas sinapses
somos julgados e valorados pelo que se pode ter.
Então, homens se matam, medindo-se pelo outro.
media ponderada, premio do transitório,
rotulo, carimbo e valor falseado.
tudo em nome do que se pode comprar
e finalmente, mãos vazias.
Enfim, vejo um rio que deságua nas corredeiras do nada,
vejo vidas desperdiçadas.
o prazer pelo prazer
em conluio com a perversidade
em nome deste falso poderio
Então me vou na contra mão,
no contra fluxo para na ponta da adaga
e quem sabe me encontro em algum lugar dentro de mim.
pois esta estupida arena não se justifica
neste barco de pobres perdidos
sábado, 3 de novembro de 2012
O ser, é para alguns. O ter, para qualquer um
Há um deus barganhante da proteção,
Um diabo, destruidor de incautos sem mediação,
e o seguro do clero tem custo!
a cobertura é mediada pelas igrejas denominadas.
tão diversificadas, quanto a multidão dos apavorados
que pela eminencia de um mal súbito,
correm para elas desesperados
e se fazem refém dos que controlam tudo,
estes donos das soluções magicas.
Anestesiantes não faltam,
sobram donos de templos, dos sermoes, dos irmãos
sacerdotes dos véus remendados,
estes tais intermediários, mediadores das bênçãos,
beneficiários coletores da "divina" receita federal.
e na base, sustentando e dependendo,
pobres homens seguem gemendo
pela guia dos tais dirigentes cegos.
cambaleantes pelo medo.
Inertes jazem a multidão dos zumbificados
pela esperança de um futuro de promessas.
Quem os atraiu, quem os enganou?
quem de sangue se fartou?
foi a corja dos proponentes da vitória
que vivem a gloria
da "barganha celestial".
patrocinadores do vil, mestres do vão
vendedores da anti-falência.
mas seu fim, enfim, está posto
e seus seguidores loucos,
anulando-se encontram os guias feitos de si
e inalam compulsivamente da droga que tanto querem.
perecendo de sua propria ilusão
quem tem olhos veja, quem não quer se engane
e se perca, na insignificância e seu ter
porque ser, é para alguns,
ter, para qualquer um.
(João Luiz)
Um diabo, destruidor de incautos sem mediação,
e o seguro do clero tem custo!
a cobertura é mediada pelas igrejas denominadas.
tão diversificadas, quanto a multidão dos apavorados
que pela eminencia de um mal súbito,
correm para elas desesperados
e se fazem refém dos que controlam tudo,
estes donos das soluções magicas.
Anestesiantes não faltam,
sobram donos de templos, dos sermoes, dos irmãos
sacerdotes dos véus remendados,
estes tais intermediários, mediadores das bênçãos,
beneficiários coletores da "divina" receita federal.
e na base, sustentando e dependendo,
pobres homens seguem gemendo
pela guia dos tais dirigentes cegos.
cambaleantes pelo medo.
Inertes jazem a multidão dos zumbificados
pela esperança de um futuro de promessas.
Quem os atraiu, quem os enganou?
quem de sangue se fartou?
foi a corja dos proponentes da vitória
que vivem a gloria
da "barganha celestial".
patrocinadores do vil, mestres do vão
vendedores da anti-falência.
mas seu fim, enfim, está posto
e seus seguidores loucos,
anulando-se encontram os guias feitos de si
e inalam compulsivamente da droga que tanto querem.
perecendo de sua propria ilusão
quem tem olhos veja, quem não quer se engane
e se perca, na insignificância e seu ter
porque ser, é para alguns,
ter, para qualquer um.
(João Luiz)
terça-feira, 21 de agosto de 2012
A bondade reside onde não se vê
Há muita maldade nas mascaras de bondade e muita bondade na marginalidade.
Perguntas
Enquanto sigo pela vida perguntando, mais cresce em mim a sensação de que nada sei. neste impeto de perguntar, sempre vou reabrindo as minhas antigas respostas e eis que surgem sempre novas perguntas. (João Luiz)
Sorte
Não existe sorte. O que exite são resultados positivo para quem é positivo. Ninguém vai a lugar algum pensando negativamente. O medo é uma fé no pior e tem o poder extraordinário para a produção de mazelas.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Pathos
Uma insensatez que nos deixa aos pedaços, toda vez que toma a forma de tudo, dissolvendo o eu no outro, quando o outro, ilusoriamente, ocupa todo o espaço. Uma loucura quando o eu não se vê na existência, sem a existência do outro. Simplesmente aos pedaços quando, a posteriori, por força da vontade deste, alheio e indiferente ao fato do quão essencial tenha se tornado e contra a sua própria vontade, se vai, e o tudo se torna em nada, deixando só o vácuo de uma importancia inimaginável. Felizmente o que não nos mata nos fortalece. Falo da loucura da paixão, sim, por muitas vezes, eu já fui muito louco. (João Luiz)
Assinar:
Postagens (Atom)