segunda-feira, 4 de junho de 2012

Viver ou morrer, tanto faz!


               Morro todo dia quando me entrego serenamente nos braços do cansaço, sendo absorvido lentamente pelo bom sono. Me deprimo quando acordo, nas manhãs das mesmas coisas. Quando sigo para a labuta do consumo, da insignificação das conquistas, para a superficialidade daquilo que chamamos de sucesso. Já aprendi que estamos na contra-mão da felicidade. Encaro os fatos, não tenho mais medo do escuro e não temo mais a morte. Estou aqui, a qualquer custo, em busca do meu self. (João Luiz)

domingo, 27 de maio de 2012

Somos o que não somos

Se não sabemos quem somos é e a que viemos. As pessoas nos darão respostas que provavelmente acreditaremos. Neste processo nos tornamos copias das transferências de outros, legitimadas pelas nossas crenças. Para quem não busca a verdade a primeira suposta verdade basta. Somos o que não somos no processo de atender expectativas. (João Luiz)


sábado, 26 de maio de 2012

Individuação


Tudo o que é tangível e mensurável procede do intangível e do imensurável. Tudo nasce na subjetividade. Pessoas cuidam do corpo, mas poucos buscam cuidar da saúde a partir da raiz do males, poucos admitem a necessidade de tratar da mente, dos equívocos, das fragmentações psicológicas de onde originam-se as somatizações. Precisamos de encontros com nós mesmos, de individuação. (João Luiz)

Pensamentos dão forma a vida


“Os nossos pensamentos esboçam nosso provável futuro. Construções mentais tomam forma a partir de nossas crenças. Futuro com solidez só é possível se o fundamento da vida for à verdade”. (João Luiz)

Oração


Oração é um estado de conexão com Deus. Logo, fazemos as nossas conexões o tempo todo e oramos a aquele que em sinergia conosco, se direciona na mesma direção ao que nos habita. Nesta perspectiva, quem é bom, em essência atrai o bom. Quem é mal, em essência se conecta com este mal e ora o tempo todo a um deus estranho, mesmo que sem palavras. Somos habitados pelas nossas próprias intenções. (João Luiz)

Um deus diabo, a imagem do homem que o criou



A religião com seus juízos, preconceitos e caixinhas predefinidas, definitivamente se perdeu e perdida, distorceu a imagem de Deus, no exercício de sua proposta de mediação. Nesta tentativa, usurpativa, sem ele, monopolizaram-o e o definiram, eu uma obvia projeção de si mesmos. Fixaram esta imagem falsa e humanizada, através de seus discursos inócuos, nas ambiências mal cheirosas, nas penumbras das velas queimadas. O resultado desta definição a imagem dos religiosos recalcados pelo moralismo da aparência, deram origem a um deus meio diabo. Se a magnitude das coisas criadas possuem a dimensão que se observa na natureza e nos processos evolutivos, logo, não dá para conceder, nem sequer imaginar o tamanho, a beleza, a criatividade, o amor e a grandeza deste Criador. Simplesmente imensurável!!! (João Luiz)

Discutir pessoas é não se conhecer


“O auto-engano é terrível por que sob bases falsas, neste processo, se estabelecem existências humanas. Quando afirmo algo, posso estar de fato negando. As minhas questões sobre o outro, as trago para mim e quando me vejo, já não discuto pessoas”. (João Luiz)